❤️đ A Estrela Cadente e o CĂ©u Interior
"Talvez amar seja como ver uma estrela cadente."
Raro. Intenso. Inesperado. E transformador.
Existem momentos em que o coração se alinha com o cĂ©u, e uma sensação quase mĂĄgica nos atravessa — como se o universo respondesse, com silĂȘncio e brilho, ao nosso desejo mais Ăntimo. Como se dissesse:
“Sim, vocĂȘ ainda Ă© capaz de sentir.”
Ver uma estrela cadente Ă© isso.
Ă um lembrete de que o instante importa mais do que a permanĂȘncia.
E talvez amar, realmente amar, seja isso também: não tentar segurar a luz, mas saber reconhecer quando ela passa.
E quando ela passa, algo desperta dentro.
NĂŁo Ă© a estrela em si que nos transforma, mas o que ela acende em nĂłs.
Assim como no Budismo, onde aprendemos que o cĂ©u permanece, mas as nuvens vĂȘm e vĂŁo, tambĂ©m somos convidados a observar nossa prĂłpria mente com suavidade.
đ„️ Ăs vezes uma nuvem escura nos visita.
đ Ăs vezes uma estrela cruza o firmamento.
E tudo bem.
Observar os cĂ©us Ă© nossa Ășnica função.
Não controlar, não prender, não forçar.
Mas contemplar.
Porque no fim, a verdadeira sabedoria estĂĄ em lembrar:
"VocĂȘ nĂŁo Ă© a nuvem, nem a estrela.
VocĂȘ Ă© o cĂ©u que as acolhe."
E nesse espaço silencioso entre o desejo e a contemplação…
talvez vocĂȘ encontre algo mais profundo do que o amor de fora:
đ o cĂ©u calmo de dentro.
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